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Postada em 23/07/2016 ás 01h14 - atualizada em 23/07/2016 ás 01h14
Um dos 12 suspeitos de apologia ao terrorismo continua foragido
Dez presos chegaram a Campo Grande e vão passar os próximos 20 dias na triagem do presídio federal de segurança máxima, em celas individuais.

No Brasil, um dos suspeitos de fazer apologia ao grupo terrorista Estado Islâmico se entregou à polícia em Mato Grosso, na fronteira com a Bolívia. São 11 presos agora na Operação Hashtag. Uma pessoa continua foragida. Uma pessoa continua foragida.



As 10 pessoas presas ontem por suspeita de ligação com o Estado Islâmico chegaram a Campo Grande. Eles vão passar os próximos 20 dias na triagem do presídio federal de segurança máxima, em celas individuais. O único contato permitido é com os advogados.



Na sexta-feira (22), o ministro da Justiça visitou Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com o Mato Grosso do Sul. A região é considerada de grande importância para a realização de ações contra o terrorismo.



O ministro disse que nos próximos dias Brasil e Paraguai devem assinar um acordo bilateral para permitir a atuação das duas polícias nos dois países. Pela regra atual, muitas vezes é preciso interromper uma perseguição a criminosos assim que eles conseguem atravessar para o outro país.



Alexandre de Moraes também anunciou a criação de núcleos de inteligência que vão atuar em cinco estados brasileiros. "Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná para mapear, para trocar informações, para planejar operações", declara o ministro.



Em Curitiba, o procurador que cuida da Operação Hashtag falou que as investigações começaram com um alerta do FBI, a Polícia Federal americana.



"O FBI entregou essa informação para a Polícia Federal. A Polícia Federal começou a processar a informação e, a partir de então, se obteve conversas, diálogos que incentivavam a participação, que incentivavam a integrar o Estado Islâmico e vinham divulgando, promovendo a ideia da realização de atentados terroristas", diz Rafael Brum Miron, procurador da República.



Com a apreensão de celulares e computadores dos suspeitos, os investigadores esperam descobrir qual era o papel de cada um dentro do grupo e se eles chegaram a se encontrar pessoalmente.


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